Toda empresa desse tamanho tem um limite que não aparece em relatório nenhum.
Ela cresce até o ponto em que as decisões do dono param de acompanhar o tamanho dela.
O preço que você não sobe. A pessoa que você não substitui. O cliente grande que você aceita mesmo sabendo que dá prejuízo. A operação que você não solta.
Cada uma dessas tem uma explicação racional pronta. Faturamento incerto, mercado difícil, ainda não é a hora.
E todas elas continuam do mesmo jeito seis meses depois.
O negócio para de crescer no ponto exato
em que o dono para.
É aqui que uma psicóloga faz diferença numa conversa sobre negócio. Decisão adiada é comportamento, e comportamento tem causa, tem padrão e tem tratamento.
Qual decisão sua está segurando a empresa hoje, e o que exatamente acontece quando você chega perto dela.
De onde vem o padrão que faz você adiar sempre o mesmo tipo de decisão. É aqui que a formação dela entra para valer.
Você para de disputar pelo mesmo argumento que o concorrente usa e passa a cobrar no patamar que entrega.
O patamar novo aguenta o trimestre ruim, porque você reconhece a recaída antes dela virar prejuízo.
É mentoria individual. Ela olha a sua empresa, não uma turma.
Subiu o preço 40%.
Eu segurava a decisão de subir preço há um ano e meio, com uma justificativa nova por mês. Subi 40% em abril. Perdi dois clientes e fechei o semestre com margem melhor do que o ano inteiro anterior.
Renata M. · arquitetura corporativa
De R$34 mil para R$61 mil por mês.
Meu problema nunca foi vender. Era que tudo travava em mim e eu chamava isso de exigência. Hoje minha equipe fecha proposta sem eu olhar. Saí de R$34 mil para R$61 mil por mês em sete meses.
Diego A. · agência
A demissão que adiava há dois anos.
Demiti quem eu deveria ter demitido dois anos atrás. Levei três sessões para entender por que eu não conseguia.
Camila S. · clínica
Parou de aprovar cada orçamento.
Todo orçamento passava por mim e eu achava que isso era cuidado. Era medo de errar. Passei a régua pro time e o prazo de resposta caiu de quatro dias para um.
Marcos T. · logística
Cortou o cliente que valia 30% do faturamento.
Ele pagava um terço da minha receita e consumia metade da minha cabeça. Levei quatro meses pra aceitar que dava pra soltar. Reponho ele em dois meses com clientes que não me esgotam.
Paula B. · consultoria contábil
Voltou a tirar pró-labore.
Faturava bem e não me pagava, e tinha uma história pronta pra justificar isso. Quando a história caiu, o pró-labore entrou na planilha no mês seguinte.
André F. · construção
Saiu da operação em quatro meses.
Eu dizia que ninguém fazia como eu. Nunca tinha testado. Em quatro meses eu não estava mais em nenhuma entrega e o faturamento não caiu.
Letícia V. · estética
Abriu a segunda unidade que adiava há três anos.
A conta sempre fechou. O que não fechava era a minha cabeça sobre dar conta das duas. Abri em setembro.
Rodrigo S. · alimentação
Passou a cobrar antes de entregar.
Eu entregava e depois corria atrás do dinheiro, e chamava isso de confiança. Mudei a ordem. A inadimplência sumiu e ninguém reclamou.
Juliana N. · eventos
17
empresários em mentoria individual
6 meses
de acompanhamento médio
Desde março
agenda com fila de espera
Psicóloga de formação. Trabalha com empresários que travaram no mesmo ponto e não conseguem apontar a causa.
Ela não chegou aqui por teoria. Construiu o próprio negócio do zero, sem herança e sem ninguém bancando, enquanto atendia.
Por isso a conversa não é motivacional. Ela mexe em comportamento, que é a área dela, e cobra decisão com prazo no meio do caminho.
Hoje atende 17 empresários em mentoria individual e recusa mais gente do que aceita.
Hoje
Ela lê o que você escreveu. Quem lê é ela.
Em até 2 dias úteis
Se o seu momento se encaixa, você recebe mensagem dela no WhatsApp. Não é robô e não é equipe.
A conversa
40 minutos por chamada. Ela pergunta o que está acontecendo na empresa, o que você já tentou, e onde está a decisão travada.
No fim
Se a mentoria for o caminho, ela explica como funciona e quanto custa. Se não for, ela diz na hora e aponta o que fazer no seu lugar.
A conversa não tem custo e não tem compromisso. Ela também não aceita todo mundo, então a decisão corre nos dois sentidos.
O valor sai na conversa, porque depende do formato, e são três. É mentoria individual com uma psicóloga, então o investimento é compatível com isso. Se hoje não for viável, ela diz na conversa e indica outro caminho.
Não. Ela é psicóloga e usa a formação no trabalho, e o assunto aqui é a sua empresa e o seu faturamento.
Não. É individual, do começo ao fim. O trabalho é sobre a sua empresa e as suas decisões.
A maioria entrega estratégia, e estratégia você provavelmente já tem. Aqui o trabalho começa na decisão que você não está tomando, que é onde a estratégia costuma parar.
São encontros quinzenais. O trabalho acontece no que você decide entre um e outro.
Não. Você recebe uma mensagem no WhatsApp. Se não fizer sentido, é só dizer.
Essa conversa de 40 minutos não vai te dar mais um plano para arquivar. Vai mostrar o que está entre você e a decisão que já devia estar tomada.